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Análises

Meu fim de Semana no Beta Fechado do The Division

Desde que a Ubisoft anunciou o Tom Clancy’s The Division, em 2012, eu acompanho esse jogo com muita atenção.
Baseado em um exercício de preparação militar norte-americano real, chamado “Dark Winter” The Division começa quando uma epidemia de Varíola se espalha rapidamente pelos Estados Unidos durante o fim de semana da Black Friday, onde a multidão que vai as ruas para fazer compras, entra em contato com o virus, espalhado em cédulas de dinheiro infectadas. Para piorar a situação, uma tempestade de inverno dificulta a resposta das autoridades, e em menos de 5 dias, o governo americano perde o controle da situação, sendo necessário ativar os agentes da Divisão, que são treinados apra agir sem logística ou comando central e tem por diretriz não possuir um comando central, eles funcionam de forma independente e respondem apenas ao Presidente dos EUA. Esses agentes tem apenas uma missão, manter a ordem e tentar recuperar o controle, custe o que custar.
Um misto de MMOTPS (Massively Multiplayer Online Third Person Shooter) mistura de combate a la Borderlands, com gráficos mais realistas e sem tanto cell shading, com sistema de cobertura do Splinter Cell Blacklist (também da UBI) The division parecia que nunca sairia, foi adiado por 2 anos, com certeza para evitar fiascos como o lançamento de AC: Unity e Watchdogs. Pois bem, parece que a Ubisoft aprendeu a lição. O beta me prendeu de uma forma que poucos jogos atuais conseguiram. Apesar do pouco conteúdo (temos acesso apenas a uma missão priomária e umas 5 ou 6 secundárias) a ambientação e o sentimento de estar no mundo do jogo, como um agente da famigerada Divisão, que dá o nome ao jogo estão bem presentes. Apesar do downgrade gráfico, que é visível sim, especialmente se compararmos com os trailers de 2013 e 2014, The Division mantém uma qualidade gráfica excelente, especialmente na minha plataforma preferida, o PC. No PC foi possível até fazer uso de meu sistema de múltiplos monitores, e jogar as informações da UI para o monitor secundário, além das ferramentas de configurações gráficas esperadas desse tipo de jogo.
Além do cooperativo entre jogadores, o jogo deu uma palhinha do sistema de PVP, que acontece na Dark Zone, uma área do jogo separada do mapa de jogo normal.
Quando o jogador atravessa para a Dark Zone, ele pode enfrentar inimigos mais fortes, para conquistar equipamentos mais poderosos, mas com um twist interessante. Os equipamentos são infectados, para poder utiliza-los, o jogador tem que chamar um helicoptero para recolher esses equipamentos e desinfecta-los, para que o jogador possa usar mais tarde. Mas, outros grupos de jogadores também estão na Dark Zone, e lá o combate entre jogadores é liberado, portanto, muitas vezes, como é da natureza desse tipo de ituação, pequenas batalhas entre jogadores viraravam grandes combates, com traições, emboscadas e ataques traicoeiros emocionantes.
Mas o que me chamou mais atenção mesmo foi o conteúdo cooperativo de PVE. Apesar do parco conteúdo presente no beta, deu para ter um gostinho do que vem por aí no jogo.
Se você perdeu a chance de testar, não se preocupe, de acordo com a Ubisoft, até o final desse mês teremos o Beta Aberto, e quem sabe nos vemos na Dark Zone?

 

Cristiano Guião de Freitas

Panda é um veterano da primeira guerra dos consoles (Odissey² 4 Life!) que ainda sente saudades de apanhar de trombadinhas no fliperama! perco o dente mas não perco a ficha!

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